Ah....as borboletas.

Ah....as borboletas.
A atriz Megan Fox, uma apaixonada confessa por tatuagens, tem uma citação de Shakespeare (mais precisamente da peça Rei Lear) que significa "vamos rir-nos de borboletas douradas". Para quem não sabe, embora belas e extravagantes, as borboletas douradas não conseguem voar, sendo uma espécie de prisioneiras de si próprias. As paixões, assim como as borboletas, duram muito pouco, mas se as paixões fazem par com o amor, a vida além de ganhar sentido, vem acompanhada de um delicioso tempero.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Passando rapidinho aqui neste meu espaço que amo para postar esta mensagem que achei no orkut de uma artesã (pena que nao me lembro de quem era para poder mencionar).

O Mestre na arte da vida faz pouca distinção entre o seu trabalho e o seu lazer, entre a sua mente e o seu corpo, entre a sua educação e a sua recreação, entre o seu amor e a sua religião. Ele dificilmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visão de excelência em tudo que faz, deixando para os outros a decisão de saber se está trabalhando ou se divertindo. Ele acha que está sempre fazendo as duas coisas simultaneamente."

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Ausência

MEUS QUERIDOS BLOGFRIENDS                           POR FAVOR, NÃO PENSEM QUE ESQUECI OU ABANDONEI MEU AMADO BLOGUINHO, MAS ÀS VEZES PRECISAMOS DEFINIR PRIORIDADES.   ESTOU VIVENDO  MOMENTOS MUITO ESPECIAIS E INTENSOS COM MEU NAMORIDO E ESTAS "FÉRIAS" ESTÃO ME ABASTECENDO DE FÒLEGO E INSPIRAÇÕES.                                           VOLTAREI EM BREVE E COM O MAIOR PRAZER VISITAREI VOCES.   UM BEIJO MUITO ESPECIAL PRA MINHA COMADRE MIGUXA ELISA, QUE É SEMPRE MUITO CARINHOSA COMIGO.   ATÉ BREVE.

terça-feira, 16 de agosto de 2011


A utopia está lá no horizonte.  Me  aproximo  dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte  corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar" .

Eduardo Galeano

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Este presente eu que me dei



Então pessoas queridas....Acho que já deu pra perceber que amo perfumes não? eheheh
Gosto de muitos nacionais, mas os franceses, vamos combinar né.....não tem comparação.
O Ange ou Démon  e o Organza da Givenchy são minhas novas paixões, mas perfumes mais antigos e clássicos também ainda moram no meu coração ( e na minha coleção rsrs), como o  Calandre de Paco Rabannee, alguns da Dior como Miss Dior ( o tradicional), Dioríssimo, Diorella e o relançado Dioressence (este é maravilhoso). O Shalimar acima também é um relançamento, acho que muitaas mulheres imploraram pela sua volta, também da Guerlain tem o L'Instant que é divino.
No próximo post coloco mais algumas preferências minhas.
Beijos no coração e tenham uma ótima semana.



domingo, 14 de agosto de 2011

Vamos rir um pouquinho???

 Conto de fadas para mulheres do séc. 21
 Era uma vez, numa terra muito distante, uma linda princesa independente e
 cheia de auto-estima que, enquanto contemplava a natureza e pensava em como
 o maravilhoso lago do seu castelo estava de acordo com as conformidades
 ecológicas, se deparou com uma rã.
 Então, a rã pulou para o seu colo e disse: - Linda princesa, eu já fui um
 príncipe muito bonito. Mas uma bruxa má lançou-me um encanto e eu
transformei-me nesta rã asquerosa. Um beijo teu, no entanto, há de me
 transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir um lar
 feliz no teu lindo castelo. A minha mãe poderia vir morar conosco e tu
 poderias preparar o meu jantar, lavarias as minhas roupas, criarias os
 nossos filhos e viveríamos felizes para sempre...
 E então, naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã à sautée,
 acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco,
 a princesa sorria e pensava: - Nem fo...den...do!
 FIM!!!
(Luís Fernando Veríssimo)

sábado, 6 de agosto de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Amigos......Não os tenho em grande quantidade, mas em número suficiente para saber que jamais estarei só. 

Agradeço à Deus todos os dias pelos amigos sinceros que fazem parte desta minha vida terrena.

sábado, 16 de julho de 2011

....e hoje é sábado, pra muitas, dia de faxina, arrumação, enfim, deixar a casa brilhando . SERÁ????????

Casa Arrumada
 
 
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)

Casa arrumada  é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa
entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um
cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os
móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras
e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições
fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante,
passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca
ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Mais uma "fornada" de panos de prato com patchcolagem

Gente......é uma arte que não canso de fazer. É viciante e um anti-stress poderosíssimo, aliás, como todo mundo deve saber, qualquer tipo de arte ou outra ocupação qualquer, tira muita gente dos divãs dos analistas (pra azar deles e dos fabricantes de anti-depressivos).  Então......mãos à obra e vamos soltar a imaginação e criar à vontade e sem medo de ser feliz.
Beijos no coração









sábado, 18 de junho de 2011

Mais uma de Marta Medeiros

PUDIM
Por Marta Medeiros

Não há nada que me deixe mais frustrada
do que pedir Pudim de sobremesa,
contar os minutos até ele chegar
e aí ver o garçom colocar na minha frente
um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido.
Um só.

Quanto mais sofisticado o restaurante,
menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência,
comprar um pudim bem cremoso
e saborear em casa com direito a repetir quantas
vezes a gente quiser,
sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.

O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.

A vida anda cheia de meias porções,
de prazeres meia-boca,
de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.

Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.

Conquista a chamada liberdade sexual,
mas tem que fingir que é difícil
(a imensa maioria das mulheres
continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').

Adora tomar um banho demorado,
mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.

Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo,
mas tem medo de fazer papel ridículo.

Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD,
esparramada no sofá,
mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.

Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar',
tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...

Aí a vida vai ficando sem tempero,
politicamente correta
e existencialmente sem-graça,
enquanto a gente vai ficando melancolicamente
sem tesão...

Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'.
Deixar de lado a régua,
o compasso,
a bússola,
a balança
e os 10 mandamentos.

Ser ridícula, inadequada, incoerente
e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou
e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...

Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem,
podemos (devemos?) desejar
vários pedaços de pudim,
bombons de muitos sabores,
vários beijos bem dados,
a água batendo sem pressa no corpo,
o coração saciado.

Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.

Por isso, garçom, por favor, me traga:
um pudim inteiro
um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order',
uma caixa de trufas bem macias
e o Richard Gere, nu, embrulhado pra presente.
OK?
Não necessariamente nessa ordem.

Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago
 .